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Vias públicas de Santos/SP

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Rua Marechal Rondon

Coordenadas da via: Latitude: -23.980241 e Longitude: -46.312145      [GoogleMaps]

Começa em Avenida Bartholomeu de Gusmão, 103, no bairro Aparecida

CEP: 11030-570

Termina em Avenida Doutor Epitácio Pessoa, 400, no bairro Aparecida

Nome antigo: Rua 240

Logradouro criado em 1921

História: Embora tenha o título de marechal, como citou Olao Rodrigues em Veja Santos!, o logradouro foi identificado com a patente anterior, de general, forma como aparece na documentação oficial.

Indicava-se na Planta sob número 240 e foi oficializada pela lei 647, de 16 de fevereiro de 1921, do prefeito municipal coronel Joaquim Montenegro. A denominação foi de iniciativa de Benedito Pinheiro que, na sessão ordinária da Câmara Municipal de 18 de junho de 1919, presidida pelo dr. B. de Moura Ribeiro, viu unanimemente aprovado o requerimento 18, no qual pleiteou que a uma das ruas do Município fosse outorgado o nome do grande brasileiro.

Na sessão que a Câmara Municipal realizou a 1º de agosto de 1960, o dr. Benjamin Goldenberg propôs a ereção de herma ao marechal Cândido Rondon.

Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu no Morro Redondo, Mato Grosso, a 5 de maio de 1865. O sobrenome Rondon foi acrescido muitos anos depois do nascimento, em homenagem à avó, que se chamava Rosa Rondon. Concluiu em 1889 o curso na Escola Militar. Com o advento da República, foi designado pelo major Gomes Carneiro para servir como seu ajudante no serviço de instalação de fios telegráficos entre Cuiabá e Araguaia. Durante muitos anos exerceu esse mister, ao mesmo tempo em que realizava obra civilizadora entre os índios.

Numa expedição efetuada em 1913, contou com a colaboração de vários cientistas, inclusive com a de um ex-presidente dos Estados Unidos, Teodoro Roosevelt. Quando atacado pelos silvícolas, Rondon batia em retirada, não os combatendo, dizendo a todos ser seu lema: 'Morrer, se preciso for; matar, nunca!'. Entre as tribos que ele pacificou, contam-se os bororós, os parecis, os nhambiquaras, os mundurucus, os terenas, os ofalés, os cardiéus, os varaités, os tanganis e os tunités.

Em 1910 foi criado o Serviço de Proteção aos Índios e a ele, então tenente-coronel, foi a sua direção confiada. Morreu a 19 de janeiro de 1958, com 93 anos de idade. Em homenagem à sua memória, o Governo deu o nome de Rondônia ao Território do Guaporé, segundo a lei 2.731, de 17 de fevereiro de 1959.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 555

Veja mais em [Wikipédia: Cândido Rondon]
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