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Vias públicas de Santos/SP

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Praça Manoel da Nóbrega

Coordenadas da via: Latitude: -23.973823 e Longitude: -46.319522      [GoogleMaps]

Começa em Rua Nascimento, no bairro Embaré

CEP: 11040-160

Termina em Rua Padre Visconti, no bairro Embaré

Nome antigo: Praça 410

Logradouro criado em 1927

História: Na sessão de 6 de outubro de 1925, a Câmara Municipal, sob a presidência de Alfaya Rodrigues, aprovou o parecer 104, da Comissão de Justiça e Poderes, que opinava pelo deferimento de requerimento em que munícipes solicitaram a outorga do nome do padre Manoel da Nóbrega à praça fronteira à 'Matriz de Santo Antônio do Embaré', assinando o instrumento daquele órgão técnico do Legislativo os vereadores J. de Sousa Dantas, José Gonçalves Moreira e J. Carvalhal Filho.

A lei 3.183, de 8 de outubro de 1965, promulgada pelo prefeito municipal, engenheiro Sílvio Fernandes Lopes, deu a atual localização e denominação, alterando a lei 806, de 12 de janeiro de 1927, do prefeito municipal, dr. J. de Sousa Dantas, que situava o logradouro na praça fronteira à Basílica de Santo Antônio do Embaré. Era a Praça 410.

Missionário jesuíta português, Manuel da Nóbrega nasceu numa terra de Entre-Douro-e-Minho a 18 de outubro de 1517 e morreu no Rio de Janeiro a 18 de outubro de 1570, quando completava 53 anos de idade. Depois de estudar Humanidades na terra natal, cursou a Universidade de Salamanca e tomou o título de bacharel em Cânones na Universidade de Coimbra, a 14 de junho de 1541.

Apelidado de Cavalheiro da Triste Fala por ser quase gago, recebeu Ordens a 21 de novembro de 1544. Cinco anos depois veio para o Brasil, acompanhando o governador geral d. Tomé de Sousa, iniciando na Bahia a obra de catequisação dos índios.

Em 1555 viajou para S. Vicente, tendo a embarcação naufragado e sendo ele salvo pelos indígenas. Nesse mesmo ano foi investido no cargo de provincial do Brasil.

A 25 de janeiro de 1554, dia de S. Paulo, o seu plano de criar um colégio no Planalto de Piratininga foi executado por Anchieta e seus 13 companheiros, que fundaram a futura Vila de S. Paulo. Durante 21 anos prestou importantes serviços ao Brasil. Na verdade, sua contribuição ao progresso do País foi admirável e nos dias atuais a maioria dos historiadores lhe atribui a primazia da escolha do local da fundação do colégio e da povoação de S. Paulo, bem como a prioridade da ideia da fundação do Rio de Janeiro, manifestada em carta dirigida ao infante d. Henrique em 1560.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 411/412

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