![]() | http://www.novomilenio.inf.br/baixada/vias/1m010.htm Vias públicas de Santos/SP | QR Code. Saiba + | ||||||
Praça Manoel da Nóbrega |
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Começa em Rua Nascimento, no bairro Embaré CEP: 11040-160 Termina em Rua Padre Visconti, no bairro Embaré Nome antigo: Praça 410 Logradouro criado em 1927 | ||||||||
![]() A lei 3.183, de 8 de outubro de 1965, promulgada pelo prefeito municipal, engenheiro Sílvio Fernandes Lopes, deu a atual localização e denominação, alterando a lei 806, de 12 de janeiro de 1927, do prefeito municipal, dr. J. de Sousa Dantas, que situava o logradouro na praça fronteira à Basílica de Santo Antônio do Embaré. Era a Praça 410. Missionário jesuíta português, Manuel da Nóbrega nasceu numa terra de Entre-Douro-e-Minho a 18 de outubro de 1517 e morreu no Rio de Janeiro a 18 de outubro de 1570, quando completava 53 anos de idade. Depois de estudar Humanidades na terra natal, cursou a Universidade de Salamanca e tomou o título de bacharel em Cânones na Universidade de Coimbra, a 14 de junho de 1541. Apelidado de Cavalheiro da Triste Fala por ser quase gago, recebeu Ordens a 21 de novembro de 1544. Cinco anos depois veio para o Brasil, acompanhando o governador geral d. Tomé de Sousa, iniciando na Bahia a obra de catequisação dos índios. Em 1555 viajou para S. Vicente, tendo a embarcação naufragado e sendo ele salvo pelos indígenas. Nesse mesmo ano foi investido no cargo de provincial do Brasil. A 25 de janeiro de 1554, dia de S. Paulo, o seu plano de criar um colégio no Planalto de Piratininga foi executado por Anchieta e seus 13 companheiros, que fundaram a futura Vila de S. Paulo. Durante 21 anos prestou importantes serviços ao Brasil. Na verdade, sua contribuição ao progresso do País foi admirável e nos dias atuais a maioria dos historiadores lhe atribui a primazia da escolha do local da fundação do colégio e da povoação de S. Paulo, bem como a prioridade da ideia da fundação do Rio de Janeiro, manifestada em carta dirigida ao infante d. Henrique em 1560. Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 411/412 | ||||||||
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