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Vias públicas de Santos/SP

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Praça José Domingues Martins

Coordenadas da via: Latitude: -23.976069 e Longitude: -46.298856      [GoogleMaps]

Começa em Avenida Affonso Penna, no bairro Aparecida

CEP: 11035-010

Termina em Avenida Joaquim Montenegro, no bairro Ponta da Praia

Nome antigo: Praça 272

Logradouro criado em 1926

História: Logradouro situado na divisa entre os bairros Aparecida, Ponta da Praia e Estuário.

Praça 272. Na sessão ordinária da Câmara Municipal realizada a 6 de fevereiro de 1926, foi aprovado o parecer 164, de 1925, da Comissão de Justiça e Poderes, que adotava o projeto de lei que denominava artérias abertas pela San Paulo Land Co.. Ltd. Em terrenos de sua propriedade. Em igual data foi sancionada a lei 769, do prefeito municipal Arnaldo Ferreira de Aguiar.

Aliás, na sessão da Câmara Municipal havida a 26 de janeiro de 1924, presidida pelo dr. B. de Moura Ribeiro, o vereador Benedito Pinheiro, depois de fazer o necrológio de José Domingues Martins - que à sua terra prestou inestimáveis serviços e exerceu por mais de uma vez o mandato de vereador e, em 1908, ocupou a presidência da Edilidade -, propôs voto de profundo pesar e a suspensão imediata dos trabalhos.

José Domingues Martins nasceu em Santos a 5 de fevereiro de 1864 e faleceu em São Paulo, no Largo do Arouche, 46, em seu palacete, a 24 de janeiro de 1924. Durante 25 anos foi comissário de café na Praça de Santos. Presidiu a Associação Comercial de Santos no biênio de 1909-1910. Foi vereador à Câmara Municipal de Santos nos períodos de 11 de abril de 1893 a 23 de outubro de 1894 e de 15 de janeiro de 1908 a 15 de janeiro de 1909, sendo presidente da Mesa em 1908. Sócio influente e benemérito da Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio de Santos, Irmão da Irmandade dos Passos e da Santa Casa da Misericórdia de São Paulo.

Capitalista, comerciante e industrial, construiu o edifício J. D. Martins, na Praça Barão do Rio Branco, esquina da Praça da República, onde se instalou o Santos Hotel, falecendo antes da inauguração do prédio. Na qualidade de presidente da Câmara Municipal de Santos, coube-lhe presidir a cerimônia de inauguração do monumento a Braz Cubas, no dia 26 de janeiro de 1908. Amando a Cidade, cedeu sem quaisquer ônus à Prefeitura várias áreas de terreno de sua propriedade, como as que vieram a formar a antiga Rua Jóquei Clube.

Falecendo em São Paulo, seu corpo foi trasladado para Santos e inumado no Cemitério do Paquetá, no jazigo da Irmandade dos Passos, campa 39, depois de exposto na Igreja do Carmo.

Hava regressado - pouco antes do seu passamento – do Velho Mundo, onde foi adquirir material para a construção do Santos Hotel. Foi casado com Clarice de Azevedo Marques Martins.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 363/364

Veja mais em [Os dirigentes: José Domingues Martins]
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