, baixou o decreto nº 4.305, de 15 de agosto de 1974, atribuindo à Rua Aprovada nº 779, no Jardim Castelo, o nome do dr. José de Souza Dantas. Na oportundiade da morte do venerando vulto da política administrativa do Município, o chefe do Executivo decretou luto oficial por três dias.Nascido na cidade de Santo Amaro, Estado da Bahia, a 14 de novembro de 1886, transferiu-se para Santos quando ainda contava aidade de 16 anos. Advogado, foi oficial do 3º Cartório do Registro de Imóveis de Santos. Na Legislatura de 1920 a 1923 foi vereador, ocupando as funções de segundo secretário durante o triênio. Voltou à Edilidade na Legislatura seguinte, de 1923 a 1926, tornando às funções de segundo secretário, eleito na sessão de 16 de dezembro de 1925 ao cargo de vice-prefeito na vaga do sr. Arnaldo Ferreira de Aguiar. Integrou novamente a Câmara Municipal no triênio de 1926 a 1929, quando eleito vice-prefeito a 15 de janeiro de 1926 e a prefeito municipal a 26 de novembro do mesmo ano, reeleito no período de 1927-1928. Na 13ª Legislatura, de 1929 a 1930, tornou à Câmara Municipal, que o elegeu prefeito municipal em 1929 e o reelegeu em 1930.
Foi o último prefeito municipal eleito pelo Legislativo, sucedido a 28 de outubro de 1930 por junta governativa nomeada pelo Governo Provisório de São Paulo e integrada dos srs. dr. Waldemar Leão, dr. Antonio Feliciano da Silva e Leopoldo de Oliveira Figueiredo.
Era casado com dona Jeanne Q. de Souza Dantas e filho do dr. Francisco Borges de Souza Dantas, que tem uma via pública em Santos com seu nome, e de dona Maria da Conceição Saraiva de Souza Dantas.