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Vias públicas de Santos/SP

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Rua Galeão Coutinho

Coordenadas da via: Latitude: -23.969308 e Longitude: -46.319558      [GoogleMaps]

Começa em Avenida Doutor Pedro Lessa, no bairro Embaré

CEP: 11040-210

Termina em Avenida Siqueira Campos, no bairro Embaré

Nomes antigos: Rua 478, Rua Bambual

Logradouro criado em 1953

História: Pela lei 1.499, de 6 de junho de 1953, do prefeito municipal dr. Antônio Feliciano, foi a Prefeitura autorizada a denominar Galeão Coutinho uma das ruas da Cidade. Regularizou-a o decreto 649, de 29 de março de 1954, do mesmo chefe do Executivo, que outorgou o nome do vigoroso jornalista e escritor à Rua 478, conhecida por Rua Bambual.

Projeto de lei 207, de 1951, aprovado pela Câmara Municipal na sessão extraordinária realizada a 28 de maio de 1953, de autoria do vereador Salvador Evangelista. Aliás, o autor do projeto de lei indicara a Rua Projetada 494, que já havia recebido o nome do ministro Morvan Dias Figueiredo pela lei 1.169, de 1950, como também sugeria figurasse nas placas denominativas a inscrição: 'Jornalista e Escritor', bem assim as datas de nascimento e falecimento do homenageado.

Salisbury Galeão Coutinho nasceu em Curral Del Rey, hoje Belo Horizonte, a 26 de setembro de 1897. Foi registrado em Pádua, no Rio de Janeiro, para onde a família se transferiu logo após seu nascimento.

Recebeu o nome de Salisbury porque quando nasceu era primeiro ministro do Império Britânico lorde Robert Salisbury. Iniciou-se no Jornalismo em Santos, como redator de A Tribuna, em 1915. Depois de algum tempo, foi para A Gazeta de S. Paulo, onde galgou todos os postos, até o de redator-chefe. Fundador de Edições Cultura Brasileira.

Tornando-se escritor, publicou vários livros, tais como os seguintes: Vovô Morungaba, Confidências de Dona Marcolina, A Vocação de Vitorino Lapa, O Último dos Morungabas, A Vida Apertada de Eunápio Cachimbo e Parque Antigo (versos). Trabalhou também nos jornais Correio Paulistano, Jornal da Manhã, Jornal de S. Paulo e Jornal de Notícias, do qual era diretor quando correu, como também colaborador diário de A Tribuna. Vítima de acidente de avião, quando viajava do Rio de Janeiro para S. Paulo, faleceu a 17 de setembro de 1951.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 267/268

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