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Vias públicas de Santos/SP

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Rua Castro Alves

Coordenadas da via: Latitude: -23.972307 e Longitude: -46.319932      [GoogleMaps]

Começa em Avenida Dr. Epitácio Pessoa/Praça Hipólito do Rego/Avenida Siqueira Campos, no bairro Embaré

CEP: 11040-191 - lado ímpar

11040-190 - lado par

Termina em Avenida Doutor Pedro Lessa/Rua Manoel Vieira Coelho, no bairro Embaré

Nome antigo: Rua 216

Logradouro criado em 1945

História: Rua 216, foi denominada pelo decreto-lei 400, de 19 de maio de 1945, do prefeito municipal dr. Antônio Gomide Ribeiro dos Santos.

Antônio Frederico de Castro Alves nasceu na Fazenda Cabaceiras, freguesia de Muritiba, em Cachoeira, Bahia, a 14 de março de 1847. Depois de frequentar o Colégio Lebrão, passou-se para o Ginásio Bahiano, onde começou a revelar seu gênio poético, fazendo tradução de uma ode de Herodes, surpreendendo mestres e condiscípulos.

Mudando-se para Recife e morando numa república, começou a colaborar na Imprensa, publicando no Jornal do Recife seu primeiro trabalho, intitulado A Destruição de Jerusalém. Não conseguindo se matricular na Faculdade de Direito, passou em 1863 como ouvinte do primeiro ano, enquanto novos trabalhos de sua autoria surgiram nos jornais pernambucanos, entre os quais versos de tendência abolicionista como A Canção do Africano. Também se celebrizou pelas polêmicas políticas com Tobias Barreto.

Em 1867 partiu para a Bahia com a talentosa atriz portuguesa Eugênia Câmara. Da capital baiana, seguiram para o Rio de Janeiro. Rompendo com a artista lusa, perdeu o gosto da leitura e deixou de produzir.

No Rio de Janeiro foi apresentado a Machado de Assis, não tardando a viajar para São Paulo, onde deparou com uma juventude cheia de entusiasmo, que o recebeu carinhosamente. Rui Barbosa, Joaquim Nabuco e Carlos Ferreira, entre outros, testemunharam a grata impressão causada pelo poeta em São Paulo. Não se esquecia, porém, de Eugênia Câmara.

Dedicando-se à caça, feriu-se no pé esquerdo quando, ao atravessar uma vala, sua arma disparou casualmente. Viajou para o Rio de Janeiro, a fim de ser operado. Enfraquecido, já tuberculoso, regressou à terra natal, levando concluído, para ser publicado em novembro de 1869, seu principal livro: Espumas Flutuantes. Devido à sua saúde, foi mandado para o sertão, indo para Curralinho, hoje Castro Alves. Recuperando-se, tornou a Salvador em 1870 e ali conheceu a bela Florentina Agnese Trinci Murri, que veio a ser seu derradeiro amor. A 6 de julho de 1871, faleceu o genial poeta, com a idade de 24 anos, na capital da Bahia. Foi o patrono da cadeira número 7 da Academia Brasileira de Letras.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 158/159

Veja mais em [Visitantes: Castro Alves, em 1869]
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