![]() | http://www.novomilenio.inf.br/baixada/vias/1a169.htm Vias públicas de Santos/SP | +Waze: English Español | QR Code. Saiba + | |||||
Rua Doutor Artur Porchat de Assis |
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Começa em Avenida Conselheiro Nébias, 828, no bairro Boqueirão CEP: 11045-540 Termina em Rua da Paz, no bairro Boqueirão Nome antigo: Rua Projetada 456 Logradouro criado em 1949 | ||||||||
História: Lei 1.042, de 8 de julho de 1949, sancionada pelo prefeito municipal Álvaro Rodrigues dos Santos, deu o nome do dr. Artur Assis à Rua 456, conforme projeto de lei 94, de autoria do vereador Rafael dos Santos Tavares, aprovado pela Câmara Municipal na sessão de 30 de junho de 1949. Convidado a se manifestar sobre a proposição, o prefeito municipal da época, Rubens Ferreira Martins, respondeu que a Rua 456 fora objeto de pedidos formulados pela Companhia Docas de Santos e Associação de Engenheiros de Santos, que a ela pleitearam a aplicação dos nomes de Guilherme Weinschenck e Roberto Simonsen, respectivamente. Decreto executivo 162, de 26 de maio de 1945, do prefeito municipal dr. A. Gomide Ribeiro dos Santos, declarou de utilidade pública áreas de terreno necessárias à abertura da Rua Projetada 456, que veio a ser a Rua Dr. Artur Assis. Artur Porchat de Assis nasceu em Santos a 13 de agosto de 1863 e faleceu a 3 de maio de 1939, com idade de 76 anos. Formado em Direito, foi logo após exercer o cargo de promotor público em Limeira, onde permaneceu durante vários anos. Vindo para Santos, tornou-se consultor procurador da Câmara Municipal. Por indicação de Antônio da Silva Azevedo Júnior e Antonio de Freitas Guimarães Sobrinho, foi nomeado diretor do Instituto Dona Escolástica Rosa, cargo que desempenhou por espaço de 25 anos e do qual se aposentou compulsoriamente quase no fim de sua vida. Membro do Conselho de Ensino de Bruxelas, catedrático em Filosofia e Lógica do Liceu Feminino Santista e lente de Português da Escola Italiana, consagrou a maior parte da sua existência à instrução de milhares de crianças. Larga, portanto, a sua folha de serviços à terra natal. Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 95/96 | ||||||||
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