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Vias públicas de Santos/SP

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Rua Alexandre de Gusmão

Coordenadas da via: Latitude: -23.930791 e Longitude: -46.338064      [GoogleMaps]

Começa em Rua Marquês de Herval, 157, no bairro Valongo

CEP: 11010-340

Termina em Rua Visconde de São Leopoldo, 275, no bairro Valongo

Nomes antigos: Rua dos Cortumes, Rua do Valongo, Rua Transversal, Rua 3

Logradouro criado em 1921

História: Em 1801, desligada da Rua dos Cortumes, atual São Bento, a Rua do Valongo corria para o mar, cortando o terreno ocupado pela Travessa Marquês de Herval. Tinha 20 casas, inclusive as da Rua Transversal, hoje Visconde de São Leopoldo, que lhe ficara incorporada. No ano da Independência, 1822, ainda subsistia a Rua do Valongo, segundo Alberto de Sousa em Os Andradas. Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Santos, realizada a 23 de setembro de 1887, o vereador João Manuel Alfaia Rodrigues Júnior apresentou indicação, aprovada, mandando dar o nome do ilustre varão santista à travessa situada entre as ruas Santo Antônio (hoje do Comércio) e 24 de Maio (atual Tuiuti). Tinha na Planta o número 3 e foi oficializada pela lei 647, de 16 de fevereiro de 1921, que entrou em vigor a 1º de janeiro de 1922, promulgada pelo prefeito municipal, coronel Joaquim Montenegro.

Pela lei 2.678, de 17 de junho de 1963, sancionada pelo prefeito municipal José Gomes, foi o Executivo autorizado a erigir busto em homenagem à memória de Alexandre de Gusmão, segundo se pronunciou a Câmara Municipal na sessão realizada a 31 de maio de 1963.

Alexandre de Gusmão nasceu na Vila do Porto de Santos em 1695. Foi dos maiores vultos da História do País, considerado o Avô dos Diplomatas Brasileiros. Fez os estudos iniciais no Colégio dos Jesuítas em Santos, prosseguindo-os na Bahia, sob orientação do seu padrinho, o padre Alexandre de Gusmão. Transferindo-se para Portugal, completou o curso de Direito na Universidade de Coimbra. Em seguida, frequentou a Universidade de Paris, onde obteve o grau de Doutor em Leis em 1719.

Além de político e diplomata, também se destacou nas Letras. Desempenhou importantes missões diplomáticas quando em Portugal e chegou a administrar os Negócios Estrangeiros e a exercer as funções de secretário do rei de Portugal, como escrivão da Puridade. Membro da Academia Real da História Portuguesa, é patrono da cadeira 13 da Academia Paulista de Letras. Casou com a jovem Maria Isabel Teixeira Chaves, de quem teve dois filhos, Viriato e Trajano, mortos, como Maria Isabel, num incêndio que lhes destruiu a residência. Alexandre de Gusmão, irmão de outro eminente santista, padre Bartolomeu de Gusmão, faleceu em Lisboa a 31 de dezembro de 1753.

Fonte: RODRIGUES, Olao. Veja Santos!, 2ª edição, 1978. Ed. do autor - pág. 32/33

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